Em pleno sábado chuvoso, sentada à tardinha em companhia agradável e saboreando um chimarrão, olho ligeiramente para o portão e vejo a visão do inferno: A vizinha chata,fofoqueira, curiosa e intromedida chegando! (é perceptível como a presença dela me faz bem)rsrs...pânico total, não tive como fugir...então escutei, escutei e como segundo ela eu estava tão calada fui sendo sem pudor algum entrevistada, enquanto os demais respiravam aliviados por serem privados de sua curiosidade feroz.
Calmamente respondi todos os questionamentos feitos até aquele momento, no entanto minha fisionomia "gritava": CHEGA!. Mamis me chama e diz: "melhora essa cara já ou some da sala", como se eu quisesse estar ali...enfim, retorno pra tortura pq se eu sair vou ter "sessão mamis e drama mais tarde", faço "cara de paisagem" e a maratona continua...
Ela me faz mais algumas perguntas corriqueiras e incrementa com suas observações: "Pq tu não casou com aquele guri tão gente fina?, pq tu voltou prá cá, se eu fosse tu...?, pq tu não namora o fulano, ele gosta tanto de ti?, pq tu continua estudando? pq tu não foi no casamento da fulana, no chá da ciclana, pq não foi acampar?? vai ir pra praia?? tá namorando quem?? pq, pq, pq???" pensei em responder educadamentee me "vingar" fazendo perguntas indiscretas, mas minha paciência tinha esgotado e apenas sorri dizendo: vou escrever um livro sobre minha vida e lhe darei uma cópia pra divulgação, pq nisso sei q é ótima e sai rumo à cozinha comer algo...
Ligo o pc, enqunto espero ela ir e espalhar pra cidade toda a versão dela de tudo q ela conseguiu captar...estou até vendo ela dizendo para as amigas "tu conhece a M, a filha da dona Z e do seu Y, neta do seu K e irmã do W e se mesmo assim a pessoa não me conhecer ela irá me descrever, dar endereço, nome da família, até a pessoa dizr sim a conheço e então fará seu relatório..."
O mais impressionante é q fiz meu lanche, escrevi o texto, e ela ainda está aqui, ficará pra jantar...Essa é só "MATANDO"!E o pior está por vir: mamis depois... Ó CÉUS!
Espaço livre do pensar onde todos os pensamentos silenciados são expostos, nada é proibido. Não há limites! É o libertar da alma. Sejam bem-vindos!
sábado, 4 de dezembro de 2010
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A estranha
Ela era aparentemente normal, vivia a vida dela sem se meter na vida dos outros, saía com certa frequencia, diziam até que era ótima companhia, inteligente, bem humorada, dentre outros.
Ela adorava gente, conversava horas sobre tudo e com qualquer pessoa, parecia ser uma pessoa muito forte, detestava rótulos e mesmo assim tinha recebido o dela: era o anjo aos olhos da grande maioria das pessoas q a rodeavam. Apesar de não aceitar o rótulo até os dias de hoje, ela não era de se importar com a opinião alheia.
Sempre teve personalidade forte e isso era um problema pra todos, pq o "anjo" não podia pensar, não poderia ser rude e era qndo bem entendia.
Aos poucos ela foi mudando, crescendo e estranhamente se afastando daquele mundo q não era mais o seu,cansou de ser "anjo",na verdade nunca foi, ela nem sabe de onde veio esse maldito rótulo. Agora ela apenas gostaria de encontrar seu mundo.
Passou a ficar infindáveis horas só, conversava cada vez menos, gostava de papear com poucos, lia compulsivamente, procurava desculpas pra não sair e quando o fazia não se sentia a vontade, tudo a incomodava, a irritação se fez nítida e então assim passou a ser um ser envolto de solidão, no entanto somente assim se sentia liberta.
Ela cansou de ser "os ouvidos do mundo", de ser "a rocha", "o anjo", ela quer ser apenas ELA. E ser ela é ser estranha aos olhos dos demais e mesmo assim o q ela mais deseja é ser ela.
Ela adorava gente, conversava horas sobre tudo e com qualquer pessoa, parecia ser uma pessoa muito forte, detestava rótulos e mesmo assim tinha recebido o dela: era o anjo aos olhos da grande maioria das pessoas q a rodeavam. Apesar de não aceitar o rótulo até os dias de hoje, ela não era de se importar com a opinião alheia.
Sempre teve personalidade forte e isso era um problema pra todos, pq o "anjo" não podia pensar, não poderia ser rude e era qndo bem entendia.
Aos poucos ela foi mudando, crescendo e estranhamente se afastando daquele mundo q não era mais o seu,cansou de ser "anjo",na verdade nunca foi, ela nem sabe de onde veio esse maldito rótulo. Agora ela apenas gostaria de encontrar seu mundo.
Passou a ficar infindáveis horas só, conversava cada vez menos, gostava de papear com poucos, lia compulsivamente, procurava desculpas pra não sair e quando o fazia não se sentia a vontade, tudo a incomodava, a irritação se fez nítida e então assim passou a ser um ser envolto de solidão, no entanto somente assim se sentia liberta.
Ela cansou de ser "os ouvidos do mundo", de ser "a rocha", "o anjo", ela quer ser apenas ELA. E ser ela é ser estranha aos olhos dos demais e mesmo assim o q ela mais deseja é ser ela.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Insônia
Não sei ao certo o que faço acordada ainda, na verdade sei, a gente sempre sabe pq está assim, ou assado, agindo de maneira adversa e incorente ou dentro de uma coerência que no fim quem estabeleceu?...só que meu "psiquiatra" está no hospício e não pode atender no momento, então vim escrever e ouvir Ana Carolina para esparecer ... rsrsr
Vou tocar no assunto que aparentemente todo mundo adora falar qndo não tem nada a dizer ou qndo tem tanto a dizer q não consegue organizar os pensamentos, o tempo!
Aqui, ontem parecia q o mundo ia acabar, veio um temporal nível 10 se fosse comparado com um terremoto!! Acordei e todo mundo em pânico, velas, mãe rezando, parecia filme, tdo voando lá fora... e dentro de casa nada funcionando... a luz acabou!! Que desespero sem luz! Sem ela não sabemos onde pisamos, não vemos quem está ao nosso lado... medo! Mas amanheceu o dia, tudo bem, nada destruído, graças a Deus.
Ficamos sem luz o dia todo, a expressão "sem luz" é utilizada frequentemente aqui no interior, na capital, deve ser sem energia elétrica...
Voltando ao assunto, a luz recentemente foi ligada... e a vida voltou ao normal! Incrível, como somos dependentes da luz em todos os sentidos da palavra... hj fiquei pensando... Nada funciona sem luz!
A porta não abre, a garagem não abre e o carro não saí de casa... o micro não liga, a geladeira, a Tv, o computador, o ar-condicionado, o fogão, o ventilador, a máquina, uffa... qnta coisa!!! De que adianta tanta parafernália se o importante é a luz? Ela é a fonte!
E assim como os eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, são as pessoas! Tá, a essa altura, devem estar pensando que enlouqueci, não é? Ora, comparar pessoas com máquinas!!! Mas sim e digo o pq.
As pessoas também precisam de luz para "funcionarem"! Precisam de luz própria, precisam iluminar os outros... De q adianta ser um lindo fogão se não liga? ou ser um ser humano estéticamente bonito se não tem luz, se é vazio?
Pensando aqui com meus botões, creio que ninguém valoriza o que deveria ser valorizado e pouco a pouco há o acumúmulo de quinquilharias em nossas vidas que com o passar do tempo bloqueiam a entrada de luz e impedem que que nosso olhar mude diante da mesmice aparente.
Vou parar por aqui, antes q fale mais bobagem... e tentarei dormir zzzzzz...
Vou tocar no assunto que aparentemente todo mundo adora falar qndo não tem nada a dizer ou qndo tem tanto a dizer q não consegue organizar os pensamentos, o tempo!
Aqui, ontem parecia q o mundo ia acabar, veio um temporal nível 10 se fosse comparado com um terremoto!! Acordei e todo mundo em pânico, velas, mãe rezando, parecia filme, tdo voando lá fora... e dentro de casa nada funcionando... a luz acabou!! Que desespero sem luz! Sem ela não sabemos onde pisamos, não vemos quem está ao nosso lado... medo! Mas amanheceu o dia, tudo bem, nada destruído, graças a Deus.
Ficamos sem luz o dia todo, a expressão "sem luz" é utilizada frequentemente aqui no interior, na capital, deve ser sem energia elétrica...
Voltando ao assunto, a luz recentemente foi ligada... e a vida voltou ao normal! Incrível, como somos dependentes da luz em todos os sentidos da palavra... hj fiquei pensando... Nada funciona sem luz!
A porta não abre, a garagem não abre e o carro não saí de casa... o micro não liga, a geladeira, a Tv, o computador, o ar-condicionado, o fogão, o ventilador, a máquina, uffa... qnta coisa!!! De que adianta tanta parafernália se o importante é a luz? Ela é a fonte!
E assim como os eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, são as pessoas! Tá, a essa altura, devem estar pensando que enlouqueci, não é? Ora, comparar pessoas com máquinas!!! Mas sim e digo o pq.
As pessoas também precisam de luz para "funcionarem"! Precisam de luz própria, precisam iluminar os outros... De q adianta ser um lindo fogão se não liga? ou ser um ser humano estéticamente bonito se não tem luz, se é vazio?
Pensando aqui com meus botões, creio que ninguém valoriza o que deveria ser valorizado e pouco a pouco há o acumúmulo de quinquilharias em nossas vidas que com o passar do tempo bloqueiam a entrada de luz e impedem que que nosso olhar mude diante da mesmice aparente.
Vou parar por aqui, antes q fale mais bobagem... e tentarei dormir zzzzzz...
sexta-feira, 11 de junho de 2010
O que será?
Analiso e não tenho pudor algum em assumir. Vejo circunstâncias, pessoas de longe, fico observando, no entanto o faço sem julgar até porque creio que não existam certos e errados, sou avessa ao maniqueísmo.
Não sei especificar aqui qual foi o motivo ensejador desse tear de pensamento peculiar, no entanto lembro-me de uma cena em que vi um homem declarando todo seu sentimento o qual ele denominou amor, à uma mulher e ela com sua doçura implacável aceitou todo o sentimento sem nada questionar, simplesmente aceitou. Linda cena! Recordo de ter me emocionado com ela, vi em um filme.
Sou romântica assumida, no entanto surgiram vários questionamentos em minha mente instantes depois de contemplar tão bela cena. Pensei que “o felizes para sempre” inexiste e não devido ao tempo e sim em decorrência ao desamor advindo da descoberta das imperfeições.
Minha mente viaja em silêncio e se perde em pensamentos e dessa vez não foi diferente, ora fui até “o felizes para sempre”, para descobrir que havia um problema na cena, o fato de o sentimento ser declarado e talvez não sentido, de ser falsa a declaração, porque no filme as pessoas não se conheciam verdadeiramente, apenas haviam passado uns dias ao lado uma da outra e visto apenas a perfeição e as idealizações e não o outro.
E cá entre nós, coitado do idealizado, porque ele “erra” sem saber! O idealizador o imagina de acordo com sua imaginação, só que o idealizado na maioria das vezes não sabe que é uma projeção da perfeição e aí começa o declínio de tanto amor, eis que as idealizações são rompidas e a face verdadeira do ser até então amado surge.
Outra coisa que me intriga é essa declaração em dias, me fez pensar! Não creio ser impossível o tal sentimento existir e ser fortíssimo em dias, no entanto será amor? Ou será paixão? Ou que será? Não creio que qualquer sentimento siga uma ordem cronológica, em um mês paixão, em um ano amor, em dez anos saudade, não creio em dosimetria lógica e perfeita, no entanto é menos provável do meu ponto de vista chamar de amor alguém que se conhece em uma viagem por exemplo.
Da cena bela inicialmente do filme, passo a vida real. Tenho visto com certa freqüência a palavra amor em todos os lugares e repetidas tantas vezes que questiono: será amor ou falácia? Amor ou carência? Amor ou, ou,ou?
Não sei o que é e tenho receio de afirmar que é amor! Talvez seja amor, não sou tão incrédula, todavia na maioria das vezes é declarado no frenesi de um momento e repetido como se amor fosse porque a palavra já foi dita.
Creio no amor sim! Tenho dúvidas no que tange a essa espécie de vulgarização na maneira de amar e no amor declarado do pó, sem história, sem respeito. Não creio nesse amor dito inúmeras vezes e profanado como pílula da felicidade e obrigatoriedade, eis que há uma exclusão daquele que não cultua esse jeito de amar, é próprio alimento do ego, joguete de palavras e nada mais no meu pensar.
Entendo que o famoso “eu te amo” parece que implicitamente se transformou em “eu me amo”, porque é desmedida essa falácia toda, sem demonstração alguma, ademais esse tal amor ao outro, acaba sempre convertendo os benefícios da frase para o “eu” e pelo que observo o respeito por quem se diz amar inexiste ou subsiste e o sentimento serve para explicar a ausência de comprometimento, cuidado com o outro. É como se a frase apos proferida funcionasse como um bálsamo do perdão para todas as tolices até então cometidos e que depois dela outra vida se reiniciasse com “amor”.
Quando uso o termo demonstrar o amor, não me refiro a se jogar no chão, declarar-se e fazer loucuras em nome do amor, no entanto respeitar o outro, compreender, ajudar, estar ao lado e amar em sentido amplo. Não tenho uma definição de amor, não sei sequer se amei, acho que sim, no entanto sei bem o que é respeito, cumplicidade, fidelidade e entendo essas como premissas, derivações do amar.
Posso escrever dias sobre o tema e infindáveis páginas, no entanto minha expressão não definiria o amor, sequer explicaria! Tenho um modo de ver as coisas, não quero impor, apenas dizer que existem outras faces, outros jeitos, formas de ser, amar e viver e nem por essa diferença são certas ou erradas, são apenas diferentes.
Não sei especificar aqui qual foi o motivo ensejador desse tear de pensamento peculiar, no entanto lembro-me de uma cena em que vi um homem declarando todo seu sentimento o qual ele denominou amor, à uma mulher e ela com sua doçura implacável aceitou todo o sentimento sem nada questionar, simplesmente aceitou. Linda cena! Recordo de ter me emocionado com ela, vi em um filme.
Sou romântica assumida, no entanto surgiram vários questionamentos em minha mente instantes depois de contemplar tão bela cena. Pensei que “o felizes para sempre” inexiste e não devido ao tempo e sim em decorrência ao desamor advindo da descoberta das imperfeições.
Minha mente viaja em silêncio e se perde em pensamentos e dessa vez não foi diferente, ora fui até “o felizes para sempre”, para descobrir que havia um problema na cena, o fato de o sentimento ser declarado e talvez não sentido, de ser falsa a declaração, porque no filme as pessoas não se conheciam verdadeiramente, apenas haviam passado uns dias ao lado uma da outra e visto apenas a perfeição e as idealizações e não o outro.
E cá entre nós, coitado do idealizado, porque ele “erra” sem saber! O idealizador o imagina de acordo com sua imaginação, só que o idealizado na maioria das vezes não sabe que é uma projeção da perfeição e aí começa o declínio de tanto amor, eis que as idealizações são rompidas e a face verdadeira do ser até então amado surge.
Outra coisa que me intriga é essa declaração em dias, me fez pensar! Não creio ser impossível o tal sentimento existir e ser fortíssimo em dias, no entanto será amor? Ou será paixão? Ou que será? Não creio que qualquer sentimento siga uma ordem cronológica, em um mês paixão, em um ano amor, em dez anos saudade, não creio em dosimetria lógica e perfeita, no entanto é menos provável do meu ponto de vista chamar de amor alguém que se conhece em uma viagem por exemplo.
Da cena bela inicialmente do filme, passo a vida real. Tenho visto com certa freqüência a palavra amor em todos os lugares e repetidas tantas vezes que questiono: será amor ou falácia? Amor ou carência? Amor ou, ou,ou?
Não sei o que é e tenho receio de afirmar que é amor! Talvez seja amor, não sou tão incrédula, todavia na maioria das vezes é declarado no frenesi de um momento e repetido como se amor fosse porque a palavra já foi dita.
Creio no amor sim! Tenho dúvidas no que tange a essa espécie de vulgarização na maneira de amar e no amor declarado do pó, sem história, sem respeito. Não creio nesse amor dito inúmeras vezes e profanado como pílula da felicidade e obrigatoriedade, eis que há uma exclusão daquele que não cultua esse jeito de amar, é próprio alimento do ego, joguete de palavras e nada mais no meu pensar.
Entendo que o famoso “eu te amo” parece que implicitamente se transformou em “eu me amo”, porque é desmedida essa falácia toda, sem demonstração alguma, ademais esse tal amor ao outro, acaba sempre convertendo os benefícios da frase para o “eu” e pelo que observo o respeito por quem se diz amar inexiste ou subsiste e o sentimento serve para explicar a ausência de comprometimento, cuidado com o outro. É como se a frase apos proferida funcionasse como um bálsamo do perdão para todas as tolices até então cometidos e que depois dela outra vida se reiniciasse com “amor”.
Quando uso o termo demonstrar o amor, não me refiro a se jogar no chão, declarar-se e fazer loucuras em nome do amor, no entanto respeitar o outro, compreender, ajudar, estar ao lado e amar em sentido amplo. Não tenho uma definição de amor, não sei sequer se amei, acho que sim, no entanto sei bem o que é respeito, cumplicidade, fidelidade e entendo essas como premissas, derivações do amar.
Posso escrever dias sobre o tema e infindáveis páginas, no entanto minha expressão não definiria o amor, sequer explicaria! Tenho um modo de ver as coisas, não quero impor, apenas dizer que existem outras faces, outros jeitos, formas de ser, amar e viver e nem por essa diferença são certas ou erradas, são apenas diferentes.
segunda-feira, 31 de maio de 2010
De tanto silenciar me deu uma vontade incontrolável de gritar e por isso criei a Voz do pensar para mostrar meu silêncio, o meu pensar! Superei o medo de expor o que escrevo e em um ato de coragem aqui estou, talvez me arrependa de tamanha ousadia, mas vou ousar, gritar, me expor.
Tenho tanto a dizer e ao mesmo tempo esse meu tanto pode ser o nada de muitos e de uma maneira estranha essa possibilidade não me assusta, não me incomoda porque vou me libertar aqui, me desprender da discrição do silenciar. Meu silêncio vai falar!
Tenho tanto a dizer e ao mesmo tempo esse meu tanto pode ser o nada de muitos e de uma maneira estranha essa possibilidade não me assusta, não me incomoda porque vou me libertar aqui, me desprender da discrição do silenciar. Meu silêncio vai falar!
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