A VOZ DO PENSAR!
Espaço livre do pensar onde todos os pensamentos silenciados são expostos, nada é proibido. Não há limites! É o libertar da alma. Sejam bem-vindos!
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
Inédito
Penso que cada um é responsável por aquilo que sente, não acredito em cobranças e sim na liberdade dos sentimentos, das pessoas e é exatamente por isso que vou me manter afastada.
Já escondi e até matei o que sinto tantas vezes e agora insanamente me incomoda não expor. Não busco retribuição, entendimento, na verdade nem sei o que busco. Quero apenas que saiba e aceite.
Primeiro tentei negar o caos interno, esse sentimento que não sei definir e nada aconteceu, tudo ficou lá. Depois, ignorei o que sentia e o danado não se deu ao trabalho de se esconder. Fugi, escondi, relutei, briguei, mas não arranquei o que sinto. Me dei por vencida e aceitei.
Só então, descobri que o caos, o indefinido, isso que sinto agora é o que tanto busquei, é o que eu queria e aconteceu enquanto estava distraída. Parei de tentar apagar, esquecer, fugir e simplesmente aceitei que não tenho domínio de mais nada de agora em diante.
Não sei o que está acontecendo, pela primeira vez na vida não consigo controlar o que sinto. É estranho, dá medo, tento fugir, racionalizar, mas ao que parece nada surte efeito.
É difícil sentir algo que se quer e não poder viver. Estranhamente me sinto realizada, porque é o que o que eu desejava sentir, ao menos agora me sinto verdadeiramente viva.
Antes desse caos interno, me sentia impotente, incapaz de viver plenamente, sentia que nada do que fazia tinha cor. Agora entendo perfeitamente o que muitos me disseram e vejo tudo com muito mais cor.
sábado, 26 de novembro de 2011
Adaptação
A vida é composta por um emaranhado de pequenas adaptações diárias. Seguir em frente implica em reorganizar pensamentos, crenças, abandonar as antiguidades que impregnam nossa vida.
Particularmente sou sedenta por antiguidades, alimento um fascínio absurdo por tudo que não precisa mudar, deve ser porque a qualidade de vida depende diretamente da capacidade de adaptação que temos. Não adianta resistir às mudanças, isso é fato.
Cansei de lutar contra o inevitável, de planejar, de recomeçar por pura teimosia e hoje convivo bem com meus limites e aceito a eterna adaptação. Basicamente sou cercada por nãos, é um infinito cuidado pra me manter viva e saudável.
Encontrei nos estudos a saída, uma espécie de cura imediata para ocupar o vazio do incurável. Costumo dizer que não sou inteligente e nem gosto de estudar, mas tenho sorte por poder usar meus poucos neurônios de modo amplo e encontrar a adaptação constante nos livros, nos estudos... É algo que me obriga a seguir.
Gostaria de ter encontrado antes a clarividência que tenho hoje. Não mais perderei tempo tentando evitar as mudanças, vou encontrar um método rápido para continuar vivendo perto de quem eu estimo, mesmo com percalços ainda prefiro continuar e espero quebrar meus próprios recordes, vencer meus limites que aumentam a cada dia com o passar do tempo.
Aos meus amigos e família só tenho que agradecer por estarem ao meu lado o tempo todo e embora me sufoquem com tanto amor, não teria forças para continuar sem o apoio inesgotável de vocês. Se não falo sobre o que sinto, sobre o que tenho é para poupá-los e não excluí-los. Saibam que busco me adaptar para poder estar com vocês.
segunda-feira, 7 de março de 2011
Rompimento
Romper qualquer laço afetivo é sempre doloroso, é incômodo. Seria maravilhoso se pudéssemos evitar separações ou se conseguíssemos pôr fim ao ciclo sem quebrar a beleza da história, no entanto nem todas as pessoas conseguem. Cada fim é como se parte de mim acabasse junto com ele, para depois renascer em uma nova história a qual eu poderei redigir como bem entender. Entretanto antes da nova história começar, tenho apenas uma certeza que ela tbm será finita.
Geralmente quando decido concluir uma fase, ou quando tenho que concluí-la me sinto forte, não entristeço, não fujo, me despeço e parto rumo ao desconhecido que em breve conhecerei, acho que a expectativa do novo supre a ausência ou a tristeza pôr ter que deixar muitas vezes as pessoas que encontrei pelo caminho. Não é frieza, é como um mecanismo de defesa já que estou em eterna partida.
Nesse meu último ciclo a beleza da história não findou e certamente não findará, restaram mtas lembranças e a saudade se tornou inevitável. Por incontáveis vezes me peguei pensando nos trejeitos, nas manias, nas surpresas, nas conversas, no companheirismo, na entrega... e sinto falta até do que incomodava. Mas ter saudades não é querer recomeçar o que acabou, ou "arrumar" o que saiu dos eixos. O que sinto é uma certa nostalgia que faz a memória se exercitar e lembrar que não foram apenas momentos complicados.
Iniciar essa nova fase não está sendo nada fácil, mas é necessário continuar e confesso que se não existisse reciprocidade seria bem mais fácil romper os laços existentes. Partir, findar, esquecer são verbos constantes em minha vida, entretanto não é fácil enquadrá-los em uma ordem sentimental perfeita, na qual a dor causada por eles fosse amenizada ou inexistisse. Não consegui até hj, partir sem trazer na mala vestígios do passado, sequer consigo findar um ciclo sem querer voltar em algum momento. Esquecer das histórias, das pessoas, dos sentimentos é improvável, já que não sei olhar o futuro sem consultar o passado.
Acredito que romper foi e é uma das coisas mais complicadas que existem, já que não se rompe apenas a relação afetiva, se dilaceram expectativas, sonhos, desejos, sentimentos que até então foram partilhados. O romper é pra eu um desorgarnizar, desestruturar vidas que estavam acostumadas a andar pelo mesmo caminho. É pegar a outra estrada, a que não conhecemos ainda, é enfrentar nós mesmos, é a hora da verdade, não podemos nos poupar da crueldade, do contrário ficaremos na vida do outro por medo de sair, de magoar, de enfrentar.
Descobri que não importa a intensidade dos sentimentos, qndo se rompe os laços o que iniciou ou o que teve a coragem pra partir será o carrasco sem emoção, sem coração e como tal será visto, não importa o quão sensacional a pessoa é, ela vai ser taxada com os adjetivos mais pejorativos possíveis pq foi buscar outro caminho.
A raiva surge envolta nessa pejoratividade toda, a qual acaba por amenizar o findar e só se sabe que acabou qndo dói, qndo sofre com intensidade por alguém que um dia mto se quis. Não importa a dignidade aparente, o orgulho, tudo que se alega ser amor próprio se esvai pela insanidade de tentar manter quem inevitavelmente irá partir. A dor do fim é pra ambas as partes, no entanto cada um sofre na intensidade de seu egoísmo. Não existem culpados, romper é necessário, é natural e a prova disso é que a morte rompe com a vida e nem por isso deixamos de procurar nossos caminhos enquanto esperamos o rompimento final.
Geralmente quando decido concluir uma fase, ou quando tenho que concluí-la me sinto forte, não entristeço, não fujo, me despeço e parto rumo ao desconhecido que em breve conhecerei, acho que a expectativa do novo supre a ausência ou a tristeza pôr ter que deixar muitas vezes as pessoas que encontrei pelo caminho. Não é frieza, é como um mecanismo de defesa já que estou em eterna partida.
Nesse meu último ciclo a beleza da história não findou e certamente não findará, restaram mtas lembranças e a saudade se tornou inevitável. Por incontáveis vezes me peguei pensando nos trejeitos, nas manias, nas surpresas, nas conversas, no companheirismo, na entrega... e sinto falta até do que incomodava. Mas ter saudades não é querer recomeçar o que acabou, ou "arrumar" o que saiu dos eixos. O que sinto é uma certa nostalgia que faz a memória se exercitar e lembrar que não foram apenas momentos complicados.
Iniciar essa nova fase não está sendo nada fácil, mas é necessário continuar e confesso que se não existisse reciprocidade seria bem mais fácil romper os laços existentes. Partir, findar, esquecer são verbos constantes em minha vida, entretanto não é fácil enquadrá-los em uma ordem sentimental perfeita, na qual a dor causada por eles fosse amenizada ou inexistisse. Não consegui até hj, partir sem trazer na mala vestígios do passado, sequer consigo findar um ciclo sem querer voltar em algum momento. Esquecer das histórias, das pessoas, dos sentimentos é improvável, já que não sei olhar o futuro sem consultar o passado.
Acredito que romper foi e é uma das coisas mais complicadas que existem, já que não se rompe apenas a relação afetiva, se dilaceram expectativas, sonhos, desejos, sentimentos que até então foram partilhados. O romper é pra eu um desorgarnizar, desestruturar vidas que estavam acostumadas a andar pelo mesmo caminho. É pegar a outra estrada, a que não conhecemos ainda, é enfrentar nós mesmos, é a hora da verdade, não podemos nos poupar da crueldade, do contrário ficaremos na vida do outro por medo de sair, de magoar, de enfrentar.
Descobri que não importa a intensidade dos sentimentos, qndo se rompe os laços o que iniciou ou o que teve a coragem pra partir será o carrasco sem emoção, sem coração e como tal será visto, não importa o quão sensacional a pessoa é, ela vai ser taxada com os adjetivos mais pejorativos possíveis pq foi buscar outro caminho.
A raiva surge envolta nessa pejoratividade toda, a qual acaba por amenizar o findar e só se sabe que acabou qndo dói, qndo sofre com intensidade por alguém que um dia mto se quis. Não importa a dignidade aparente, o orgulho, tudo que se alega ser amor próprio se esvai pela insanidade de tentar manter quem inevitavelmente irá partir. A dor do fim é pra ambas as partes, no entanto cada um sofre na intensidade de seu egoísmo. Não existem culpados, romper é necessário, é natural e a prova disso é que a morte rompe com a vida e nem por isso deixamos de procurar nossos caminhos enquanto esperamos o rompimento final.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
Morte: A invejosa.
A morte te levou não porque era a sua hora, mas pq tu a assustava com tua genialidade, impressionava com teu jeito, convencia com argumentos simplórios, dentre outros e ela por pura inveja te tirou a vida. A morte não suportou e te levou.
Não há como competir com a morte, ela sempre vence e leva qm bem entende. Com a tua morte, me sinto impotente, desamparada. Sinto uma dor inexplicável. Dói tanto a sua perda. Dor imensurável, imperdoável, dor, dor, dor... dor de alma, dor de saudade, dor de amor, dor de consciência pela minha ausência na tua vida nos últimos tempos, dor de não ter correspondido, dor de arrependimento, a mais pura e cruel dor.
Dói tanto saber que amanhã não terá mais nenhum resquício vivo seu, restará apenas a lembrança de dias bons e de tempestades q passamos juntos. O remédio pra sanar tanta dor inexiste. As lágrimas caem naturalmente descontroladas como se quisessem acalmar essa dor, mas de nada adiantam. Pensar fica quase impossível, quero sair correndo, gritando, mas a dor é mais forte, fico imóvel, trêmula e lágrimas caem silenciosamente em abundância.
Minha dor não é a mais doída do mundo, mas do meu mundo é a pior q já senti. Não tenho como te trazer à vida, a não ser usando artifícios da memória.
Sou forte, posso suportar, vou suportar repito pra mim mesma esse mantra e continuarei repetindo até acreditar nele cegamente.
Me recordo dos incontáveis dias ao teu lado, das minhas esquisitices sempre compreendidas por ti, do teu olhar terno, das brigas ferrenhas q mtas vezes eram geradas por debates sobre o nada, das bobagens, das viagens, das minhas madrugadas insones de devaneios e da tua companhia em mtas delas papeando sobre tudo e nada.
Sempre falei pra ti da minha vontade de escrever um texto sobre ti ou pra ti e nunca o fiz devido aquele velho defeito que tenho de adiar as coisas. Hj, infelizmente não pude adiar a escrita. Não tive como fugir de pensar em ti.
A dor não vai passar, maldita morte invejosa q te tirou daqui e deixou no teu lugar um vazio enorme.
Não há como competir com a morte, ela sempre vence e leva qm bem entende. Com a tua morte, me sinto impotente, desamparada. Sinto uma dor inexplicável. Dói tanto a sua perda. Dor imensurável, imperdoável, dor, dor, dor... dor de alma, dor de saudade, dor de amor, dor de consciência pela minha ausência na tua vida nos últimos tempos, dor de não ter correspondido, dor de arrependimento, a mais pura e cruel dor.
Dói tanto saber que amanhã não terá mais nenhum resquício vivo seu, restará apenas a lembrança de dias bons e de tempestades q passamos juntos. O remédio pra sanar tanta dor inexiste. As lágrimas caem naturalmente descontroladas como se quisessem acalmar essa dor, mas de nada adiantam. Pensar fica quase impossível, quero sair correndo, gritando, mas a dor é mais forte, fico imóvel, trêmula e lágrimas caem silenciosamente em abundância.
Minha dor não é a mais doída do mundo, mas do meu mundo é a pior q já senti. Não tenho como te trazer à vida, a não ser usando artifícios da memória.
Sou forte, posso suportar, vou suportar repito pra mim mesma esse mantra e continuarei repetindo até acreditar nele cegamente.
Me recordo dos incontáveis dias ao teu lado, das minhas esquisitices sempre compreendidas por ti, do teu olhar terno, das brigas ferrenhas q mtas vezes eram geradas por debates sobre o nada, das bobagens, das viagens, das minhas madrugadas insones de devaneios e da tua companhia em mtas delas papeando sobre tudo e nada.
Sempre falei pra ti da minha vontade de escrever um texto sobre ti ou pra ti e nunca o fiz devido aquele velho defeito que tenho de adiar as coisas. Hj, infelizmente não pude adiar a escrita. Não tive como fugir de pensar em ti.
A dor não vai passar, maldita morte invejosa q te tirou daqui e deixou no teu lugar um vazio enorme.
sábado, 4 de dezembro de 2010
Só matando
Em pleno sábado chuvoso, sentada à tardinha em companhia agradável e saboreando um chimarrão, olho ligeiramente para o portão e vejo a visão do inferno: A vizinha chata,fofoqueira, curiosa e intromedida chegando! (é perceptível como a presença dela me faz bem)rsrs...pânico total, não tive como fugir...então escutei, escutei e como segundo ela eu estava tão calada fui sendo sem pudor algum entrevistada, enquanto os demais respiravam aliviados por serem privados de sua curiosidade feroz.
Calmamente respondi todos os questionamentos feitos até aquele momento, no entanto minha fisionomia "gritava": CHEGA!. Mamis me chama e diz: "melhora essa cara já ou some da sala", como se eu quisesse estar ali...enfim, retorno pra tortura pq se eu sair vou ter "sessão mamis e drama mais tarde", faço "cara de paisagem" e a maratona continua...
Ela me faz mais algumas perguntas corriqueiras e incrementa com suas observações: "Pq tu não casou com aquele guri tão gente fina?, pq tu voltou prá cá, se eu fosse tu...?, pq tu não namora o fulano, ele gosta tanto de ti?, pq tu continua estudando? pq tu não foi no casamento da fulana, no chá da ciclana, pq não foi acampar?? vai ir pra praia?? tá namorando quem?? pq, pq, pq???" pensei em responder educadamentee me "vingar" fazendo perguntas indiscretas, mas minha paciência tinha esgotado e apenas sorri dizendo: vou escrever um livro sobre minha vida e lhe darei uma cópia pra divulgação, pq nisso sei q é ótima e sai rumo à cozinha comer algo...
Ligo o pc, enqunto espero ela ir e espalhar pra cidade toda a versão dela de tudo q ela conseguiu captar...estou até vendo ela dizendo para as amigas "tu conhece a M, a filha da dona Z e do seu Y, neta do seu K e irmã do W e se mesmo assim a pessoa não me conhecer ela irá me descrever, dar endereço, nome da família, até a pessoa dizr sim a conheço e então fará seu relatório..."
O mais impressionante é q fiz meu lanche, escrevi o texto, e ela ainda está aqui, ficará pra jantar...Essa é só "MATANDO"!E o pior está por vir: mamis depois... Ó CÉUS!
Calmamente respondi todos os questionamentos feitos até aquele momento, no entanto minha fisionomia "gritava": CHEGA!. Mamis me chama e diz: "melhora essa cara já ou some da sala", como se eu quisesse estar ali...enfim, retorno pra tortura pq se eu sair vou ter "sessão mamis e drama mais tarde", faço "cara de paisagem" e a maratona continua...
Ela me faz mais algumas perguntas corriqueiras e incrementa com suas observações: "Pq tu não casou com aquele guri tão gente fina?, pq tu voltou prá cá, se eu fosse tu...?, pq tu não namora o fulano, ele gosta tanto de ti?, pq tu continua estudando? pq tu não foi no casamento da fulana, no chá da ciclana, pq não foi acampar?? vai ir pra praia?? tá namorando quem?? pq, pq, pq???" pensei em responder educadamentee me "vingar" fazendo perguntas indiscretas, mas minha paciência tinha esgotado e apenas sorri dizendo: vou escrever um livro sobre minha vida e lhe darei uma cópia pra divulgação, pq nisso sei q é ótima e sai rumo à cozinha comer algo...
Ligo o pc, enqunto espero ela ir e espalhar pra cidade toda a versão dela de tudo q ela conseguiu captar...estou até vendo ela dizendo para as amigas "tu conhece a M, a filha da dona Z e do seu Y, neta do seu K e irmã do W e se mesmo assim a pessoa não me conhecer ela irá me descrever, dar endereço, nome da família, até a pessoa dizr sim a conheço e então fará seu relatório..."
O mais impressionante é q fiz meu lanche, escrevi o texto, e ela ainda está aqui, ficará pra jantar...Essa é só "MATANDO"!E o pior está por vir: mamis depois... Ó CÉUS!
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
A estranha
Ela era aparentemente normal, vivia a vida dela sem se meter na vida dos outros, saía com certa frequencia, diziam até que era ótima companhia, inteligente, bem humorada, dentre outros.
Ela adorava gente, conversava horas sobre tudo e com qualquer pessoa, parecia ser uma pessoa muito forte, detestava rótulos e mesmo assim tinha recebido o dela: era o anjo aos olhos da grande maioria das pessoas q a rodeavam. Apesar de não aceitar o rótulo até os dias de hoje, ela não era de se importar com a opinião alheia.
Sempre teve personalidade forte e isso era um problema pra todos, pq o "anjo" não podia pensar, não poderia ser rude e era qndo bem entendia.
Aos poucos ela foi mudando, crescendo e estranhamente se afastando daquele mundo q não era mais o seu,cansou de ser "anjo",na verdade nunca foi, ela nem sabe de onde veio esse maldito rótulo. Agora ela apenas gostaria de encontrar seu mundo.
Passou a ficar infindáveis horas só, conversava cada vez menos, gostava de papear com poucos, lia compulsivamente, procurava desculpas pra não sair e quando o fazia não se sentia a vontade, tudo a incomodava, a irritação se fez nítida e então assim passou a ser um ser envolto de solidão, no entanto somente assim se sentia liberta.
Ela cansou de ser "os ouvidos do mundo", de ser "a rocha", "o anjo", ela quer ser apenas ELA. E ser ela é ser estranha aos olhos dos demais e mesmo assim o q ela mais deseja é ser ela.
Ela adorava gente, conversava horas sobre tudo e com qualquer pessoa, parecia ser uma pessoa muito forte, detestava rótulos e mesmo assim tinha recebido o dela: era o anjo aos olhos da grande maioria das pessoas q a rodeavam. Apesar de não aceitar o rótulo até os dias de hoje, ela não era de se importar com a opinião alheia.
Sempre teve personalidade forte e isso era um problema pra todos, pq o "anjo" não podia pensar, não poderia ser rude e era qndo bem entendia.
Aos poucos ela foi mudando, crescendo e estranhamente se afastando daquele mundo q não era mais o seu,cansou de ser "anjo",na verdade nunca foi, ela nem sabe de onde veio esse maldito rótulo. Agora ela apenas gostaria de encontrar seu mundo.
Passou a ficar infindáveis horas só, conversava cada vez menos, gostava de papear com poucos, lia compulsivamente, procurava desculpas pra não sair e quando o fazia não se sentia a vontade, tudo a incomodava, a irritação se fez nítida e então assim passou a ser um ser envolto de solidão, no entanto somente assim se sentia liberta.
Ela cansou de ser "os ouvidos do mundo", de ser "a rocha", "o anjo", ela quer ser apenas ELA. E ser ela é ser estranha aos olhos dos demais e mesmo assim o q ela mais deseja é ser ela.
sexta-feira, 24 de setembro de 2010
Insônia
Não sei ao certo o que faço acordada ainda, na verdade sei, a gente sempre sabe pq está assim, ou assado, agindo de maneira adversa e incorente ou dentro de uma coerência que no fim quem estabeleceu?...só que meu "psiquiatra" está no hospício e não pode atender no momento, então vim escrever e ouvir Ana Carolina para esparecer ... rsrsr
Vou tocar no assunto que aparentemente todo mundo adora falar qndo não tem nada a dizer ou qndo tem tanto a dizer q não consegue organizar os pensamentos, o tempo!
Aqui, ontem parecia q o mundo ia acabar, veio um temporal nível 10 se fosse comparado com um terremoto!! Acordei e todo mundo em pânico, velas, mãe rezando, parecia filme, tdo voando lá fora... e dentro de casa nada funcionando... a luz acabou!! Que desespero sem luz! Sem ela não sabemos onde pisamos, não vemos quem está ao nosso lado... medo! Mas amanheceu o dia, tudo bem, nada destruído, graças a Deus.
Ficamos sem luz o dia todo, a expressão "sem luz" é utilizada frequentemente aqui no interior, na capital, deve ser sem energia elétrica...
Voltando ao assunto, a luz recentemente foi ligada... e a vida voltou ao normal! Incrível, como somos dependentes da luz em todos os sentidos da palavra... hj fiquei pensando... Nada funciona sem luz!
A porta não abre, a garagem não abre e o carro não saí de casa... o micro não liga, a geladeira, a Tv, o computador, o ar-condicionado, o fogão, o ventilador, a máquina, uffa... qnta coisa!!! De que adianta tanta parafernália se o importante é a luz? Ela é a fonte!
E assim como os eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, são as pessoas! Tá, a essa altura, devem estar pensando que enlouqueci, não é? Ora, comparar pessoas com máquinas!!! Mas sim e digo o pq.
As pessoas também precisam de luz para "funcionarem"! Precisam de luz própria, precisam iluminar os outros... De q adianta ser um lindo fogão se não liga? ou ser um ser humano estéticamente bonito se não tem luz, se é vazio?
Pensando aqui com meus botões, creio que ninguém valoriza o que deveria ser valorizado e pouco a pouco há o acumúmulo de quinquilharias em nossas vidas que com o passar do tempo bloqueiam a entrada de luz e impedem que que nosso olhar mude diante da mesmice aparente.
Vou parar por aqui, antes q fale mais bobagem... e tentarei dormir zzzzzz...
Vou tocar no assunto que aparentemente todo mundo adora falar qndo não tem nada a dizer ou qndo tem tanto a dizer q não consegue organizar os pensamentos, o tempo!
Aqui, ontem parecia q o mundo ia acabar, veio um temporal nível 10 se fosse comparado com um terremoto!! Acordei e todo mundo em pânico, velas, mãe rezando, parecia filme, tdo voando lá fora... e dentro de casa nada funcionando... a luz acabou!! Que desespero sem luz! Sem ela não sabemos onde pisamos, não vemos quem está ao nosso lado... medo! Mas amanheceu o dia, tudo bem, nada destruído, graças a Deus.
Ficamos sem luz o dia todo, a expressão "sem luz" é utilizada frequentemente aqui no interior, na capital, deve ser sem energia elétrica...
Voltando ao assunto, a luz recentemente foi ligada... e a vida voltou ao normal! Incrível, como somos dependentes da luz em todos os sentidos da palavra... hj fiquei pensando... Nada funciona sem luz!
A porta não abre, a garagem não abre e o carro não saí de casa... o micro não liga, a geladeira, a Tv, o computador, o ar-condicionado, o fogão, o ventilador, a máquina, uffa... qnta coisa!!! De que adianta tanta parafernália se o importante é a luz? Ela é a fonte!
E assim como os eletrodomésticos e aparelhos eletrônicos, são as pessoas! Tá, a essa altura, devem estar pensando que enlouqueci, não é? Ora, comparar pessoas com máquinas!!! Mas sim e digo o pq.
As pessoas também precisam de luz para "funcionarem"! Precisam de luz própria, precisam iluminar os outros... De q adianta ser um lindo fogão se não liga? ou ser um ser humano estéticamente bonito se não tem luz, se é vazio?
Pensando aqui com meus botões, creio que ninguém valoriza o que deveria ser valorizado e pouco a pouco há o acumúmulo de quinquilharias em nossas vidas que com o passar do tempo bloqueiam a entrada de luz e impedem que que nosso olhar mude diante da mesmice aparente.
Vou parar por aqui, antes q fale mais bobagem... e tentarei dormir zzzzzz...
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